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Registro da jornada de Joel Kriger ao Everest em 2017

MontanhaNepal

Everest

abril de 2017

Uma tentativa em grande parte solitária foi interrompida pelas condições climáticas, mas ampliou a experiência de Joel no Himalaia.

A segunda tentativa de Joel de chegar ao pico do Everest foi, em grande parte, solitária. Sem companheiros brasileiros desta vez, ele era o único brasileiro do grupo da excursão contratada em 2017. Além disso, como ele tinha compromissos de trabalho antes do início da viagem, precisou fazer todo o trajeto de Kathmandu até o Campo Base apenas na companhia do seu sherpa guia. Toda a trilha precisou ser percorrida às pressas para ele chegar a tempo do Pudja, a cerimônia budista realizada no Campo Base e que abre, oficialmente, a temporada de escaladas até o cume da maior montanha do mundo, um sonho que Joel não realizou em 2017 por causa das condições climáticas que impossibilitaram a subida até o pico. Mesmo assim, a viagem reservou grandes momentos para Joel. Aqui confere várias etapas dessa aventura.

Como em 2013, a bagagem para a subida ao topo do Everest exige muitos preparativos e equipamentos especiais. O volume é grande. Além da bolsa preta, que não pode passar dos 20 quilos, os barris levam os itens da expedição a partir do Campo Base. Eles são necessários porque têm o formato ideal para serem transportados pelos iaques até o local. Porém, em 2017, quando Joel chegou a Kathmandu, soube que não haveria mais iaques disponíveis para o transporte.